segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Dia "Pro Orantibus": a Igreja reza para os mosteiros

A Igreja celebra hoje o Dia Mundial "Pro Orantibus", convidando todos a rezar pelos religiosos e religiosas de clausura, querendo também fazer conhecer as comunidades monásticas espalhadas em todo o mundo.

Instituído pelo Papa Pio XII, este dia está ligado à memória litúrgica da Apresentação de Maria no templo, pois na oferta radical da Virgem de Nazaré a Deus, se reconhece o "ideal de vida" consagrada e convida também à oração para os mosteiros com necessidades particolares. Em Roma, o prefeito da Congregação para os Estudos de Vida Consagrada e às Sociedades de Vida Apostólica, Monsenhor João Braz de Aviz, presidiu às 16:30h (hora local), uma missa na Villa della Meditazione, uma casa de acolhida para as monjas de passagem na capital italiana.

"O Dia 'Pro Orantibus' tem exatamente um sentido: aquele de levar à atenção da Igreja, para a atenção aos fiéis esta presença, levando justamente à mente, ao olhar dos fiéis, esta realidade, para que o nosso primeiro testemunho seja a nossa vida e o dom da vida que fazemos ao Senhor dia a dia". Confirmou Irmã Maria Francesca Padovan, monja hospedada atualmente no Mosteiro "Mater Ecclesiae", Vaticano.


FONTE: News Vatican

Cristo reconcilia todos com o Pai


Em seu terceiro e último dia no Benin (África) no domingo (dia 20), em que a Igreja celebra a festa de Cristo Rei, o Papa Bento XVI afirmou que Deus ama especialmente os fracos do mundo, os doentes e aqueles que sofrem, e pede que todos sirvam estas pessoas com o mesmo amor do Senhor.

No Estádio da Amizade de Cotonou, e em uma emotiva Missa que contou com a presença de 200 bispos provenientes de toda a África, cerca de mil sacerdotes do Benin, e 30 mil peregrinos vindos da Nigéria, Togo, Gana, e Burquina-Faso, o Santo Padre celebrou a Santa Missa por ocasião da entrega da Exortação Apostólica pós-sinodal Africae munus, fruto da Segunda Assembléia Especial do Sínodo dos Bispos. (...)
"Tende coragem! Jesus quis identificar-Se com os pequeninos, com os doentes; quis partilhar o vosso sofrimento e, em vós, reconhecer irmãos e irmãs para os libertar de todo o mal, de todo o sofrimento! Cada doente, cada pobre merece o nosso respeito e o nosso amor, porque, através dele, Deus indica-nos o caminho para o céu", acrescentou. (...)

"Neste dia de festa, compartilhamos a nossa alegria pelo domínio de Cristo Rei sobre toda a terra. É Ele que remove tudo o que dificulta a reconciliação, a justiça e a paz. Sabemos que a verdadeira realeza não consiste numa demonstração de força, mas na humildade do serviço; nem na opressão dos fracos, mas na capacidade de os proteger e conduzir à vida em abundância”. (...)





LEIA MAIS: ACI Digital

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Bento XVI: África 2011


A imprensa vaticana apresentou nesta manhã de segunda-feira (14) a 22ª viagem apostólica do Papa Bento XVI a Benin, que será de 18 a 20 próximos. Uma visita que sublinha a volta do Papa à África. Onde Bento XVI também firmará a Exortação Apostólica Pós-Sinodal da Segunda Assembleia Especial para a África do Sínodo dos Bispos.

Geograficamente pequeno, mas espiritualmente grande para a Igreja. Em Benin, a população católica local se prepara para festejar com Bento XVI os 150 anos da vinda dos primeiros missionários.

"Uma viagem que se envolverá numa atmosfera de forte encorajamento da parte da Igreja em toda a África. (...) um estímulo a empenhar-se para a reconciliação, justiça e paz para o desenvolvimento humano integral e um anúncio do Evangelho como desenvolvimento integral do homem (...)" Anunciou Padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa do Vaticano. (...)

Dos vários eventos oficiais, acontecerá ainda um espetáculo artístico-cultural para a chegada do Pontífice: entre os mais famosos artistas africanos, uma noite de concerto tendo como base temas sobre a paz, a justiça e a reconciliação.


FONTE: News Vatican

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Peregrinos da verdade, peregrinos da paz

Em Assis Papa com 300 representantes religiosos e descrentes de boa vontade, em "Jornada de reflexão, diálogo e oração pela justiça e pela paz".

Momentos de grande intensidade humana e espiritual no Encontro que reuniu nesta quinta-feira em Assis o Papa e representantes das diversas religiões do mundo, como "Peregrinos da verdade, peregrinos da paz". Uma "Jornada de reflexão, diálogo e oração pela justiça e pela paz".

O evento recorda a reunião inter-religiosa e ecumênica sem precedentes promovida por João Paulo II há 25 anos, para pedir a Deus pela paz no mundo, lembrando igualmente o audaz impulso crente de São Francisco, ao visitar o sultão para falar de paz, no século XIII.

Bento XVI foi recebido na cidade de São Francisco pelo Frei Carballo, ministro geral da Ordem dos Frades Menores. O ministro geral fez declarações para jornal espanhol La Razón, publicadas nesta quinta-feira, e afirma que "hoje, mais que nunca, é urgente abrir novas vias de diálogo com outros cristãos, com crentes de outras religiões e pessoas de boa vontade”.
E concluiu: "O 'espírito de Assis’ nos leva a assumir as atitudes de Francisco expressas na chamada ‘Oração da Paz’. A lógica e o espírito de Assis consistem em ‘levar amor onde houver ódio, perdão onde houver rancor, união onde houver discórdia, paz onde houver guerra’”.

Na reflexão proposta no final do encontro da manhã, Bento XVI, evocando o Encontro de 1986, começou por interrogar-se sobre o que aconteceu desde então e como se encontra hoje a causa da paz. “Naquele momento a grande ameaça para a paz no mundo provinha da divisão da terra em dois blocos contrapostos entre si. O símbolo saliente daquela divisão era o muro de Berlim que, atravessando a cidade, traçava a fronteira entre dois mundos. Em 1989, três anos após o encontro em Assis, o muro caiu, sem derramamento de sangue... A vontade que tinham os povos de ser livres era mais forte que os arsenais da violência…”

E o Papa continuou: “ao lado destas duas realidades, religião e anti-religião, existe, no mundo do agnosticismo em expansão, outra orientação de fundo: pessoas às quais não foi concedido o dom de poder crer e todavia procuram a verdade, estão à procura de Deus”. Pessoas que não se limitam a afirmar que não há Deus, mas que sofrem a sua ausência e procuram a verdade e o bem. São «peregrinos da verdade, peregrinos da paz». Colocam questões tanto a uma parte como à outra. Aos ateus combativos, convidam-nos a tornarem-se pessoas que procuram, que não perdem a esperança de que a verdade exista e que se possa viver em função dela. (...)

“Trata-se de nos sentirmos juntos neste caminhar para a verdade, de nos comprometermos decisivamente pela dignidade do homem e de assumirmos juntos a causa da paz contra toda a espécie de violência que destrói o direito” – concluiu o Papa. “A Igreja Católica não desistirá da luta contra a violência, do seu compromisso pela paz no mundo. Vivemos animados pelo desejo comum de ser «peregrinos da verdade, peregrinos da paz»

Fontes: Rádio Vaticana, Zenit, Agência Ecclesia, ACI Digital

Sacerdote deve viver com olhar fixo em Pedro

No último dia 22 de outubro, o cardeal Mauro Piacenza inaugurou, com uma Eucaristia solene, o ano acadêmico no Colégio Sacerdotal Tiberino de Roma, uma residência confiada à prelazia do Opus Dei, onde estudam sacerdotes do mundo inteiro. (...)

"...hoje o sacerdote “é necessariamente estrangeiro em um mundo que não reconhece Deus e que está imerso na cultura da morte e do prazer, onde só há lugar para o poder e o dinheiro”. (...)

O sacerdote, no entanto, não deve se lamentar, porque isso constitui a essência do seu ministério, a razão de ser sacerdote no mundo, “o indicador da sua fidelidade a Cristo e à Igreja”. (...)

Um objetivo que o cardeal carregou sempre no coração e que sempre desejou para todos os sacerdotes, desde os primeiros anos do seu ministério e agora como Prefeito da Congregação para o Clero, afirmou: “Pedi a Nossa Senhora da Guarda, padroeira de Gênova, quando eu era jovem, que me permitisse fazer algo pelos sacerdotes; e eis aqui que, durante toda a minha vida, me encarreguei deles, de alguma forma. Nossa Senhora é muito esperta!”.


Fonte: Zenit

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Igreja canoniza o bispo fundador dos missionários xaverianos

Três beatos da Igreja são canonizados neste domingo, 23 de outubro, Dia Mundial das Missões, no Vaticano. O rito de canonização é celebrado pelo papa Bento XVI que canoniza Luiz Guanella, sacerdote, fundador da Congregação dos Servos da Caridade e do Instituto das Filhas de Santa Maria da Providência; Bonifacia Rodrigues de Castro, fundadora da Congregação das Servas de São José e, também, dom Guido Maria Conforti, arcebispo de Parma, fundador da Pia Sociedade de São Francisco Xavier para as Missões Exteriores.

O bispo dom Guido Maria Conforti foi o primeiro presidente da Pontifícia União Missionária. Trata-se de uma das quatro obras das Pontifícias Obras Missionárias (POM) cuja finalidade específica é o incremento do trabalho missionário e a difusão das Missões (...)

De acordo com o secretário nacional da Pontifícia União Missionária, padre Sávio Corinaldesi, sacerdote xaveriano, italiano, em missão no Brasil desde 1968, a canonização de dom Guido tem um significado singular.
“Santificar uma pessoa como dom Guido Conforti significa que o papa quer dizer ao mundo: esse é o bispo como eu gostaria que fossem todos os outros”, afirmou o religioso. (...)

Completou as colocações do padre Sávio o diretor executivo do Centro Cultural Missionário (CCM) em Brasília, o também missionário xaveriano, padre Estêvão Raschietti. “Dom Guido Maria Conforti é a testemunha de um bispo que não pensou só em sua diocese, mas, ao mesmo tempo em que se comprometia com a missão na sua diocese, pensava longe, na China, concretamente através de um planejamento pastoral para sua diocese e fundando uma congregação para a missão além-fronteiras" (...).


FONTE: CNBB

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Catequese do Papa na audiência geral desta quarta-feira

Queridos irmãos e irmãs,

Hoje queria meditar convosco o salmo 136, um solene hino de louvor que celebra as inúmeras manifestações de bondade do Senhor para com os homens. Conhecido como o “Grande Hallel”, este salmo é cantado tradicionalmente no final da Ceia pascal hebraica; isso mesmo deve ter feito o próprio Jesus na Última Ceia com seus discípulos. A antífona “eterno é o seu amor” acompanha a narração dos diversos prodígios de Deus na história. De facto, a motivação fundamental do louvor é o amor eterno de Deus: um amor manifestado já desde o início da criação e que vai se reafirmando nos prodígios do Êxodo, na longa travessia do deserto, na conquista da terra prometida, nos momentos de humilhação e desgraça. Por fim, o Salmo louva a bondade de Deus, “que a todo ser vivente alimenta”. Assim, sintetiza o amor paternal de Deus por nós e abre-nos à promessa da Eucaristia, o alimento que acompanha a nossa caminhada de fé.

Amados peregrinos de língua portuguesa, sede bem-vindos! A todos saúdo com grande afeto e alegria, de modo especial a quantos vieram do Brasil com o desejo de encontrar o Sucessor de Pedro. “Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos!” Possa Ele sempre vos abençoar a vós e as vossas famílias! Ide em paz!


Fonte: Radio Vaticana